sexta-feira, novembro 28

Alexandre, O Grande!


ALEXANDRE, O GRANDE!
- algumas evidências de que ele era realmente: 'O Grande'

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1 -) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 -) Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas), etc.
3 -) Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

1 -) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2 -) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 -) Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

post Edynho Saez

Homofobia: Criminalização já!

Eu acredito num país que preza pela plenitude dos direitos de todos seus cidadãos... enfim, com a construção de uma sociedade que respeite a diversidade e promova a paz.
Por isso, seu voto a favor da aprovação do PLC 122/2006.

Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT
post EdynhoSaez

quinta-feira, novembro 27

'Como vencer a pobreza e a desigualdade'


PÁTRIA MADRASTA VIL
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. ..
Exagero de escassez... Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições. Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos...
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?

Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade' .
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.

post Edynho Saez

sexta-feira, novembro 21

Estou fazendo minha parte!




Brasileiro é um povo solidário.
- Mentira. Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.

Brasileiro é um povo alegre.
- Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

Brasileiro é um povo trabalhador.
- Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

Brasileiro é um povo honesto.
- Mentira. Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora.
- Mentira. Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

O Brasil é um pais democrático.
- Mentira. Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos, que têm como único fim o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense !

- O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né ???
Grande coisa...

- O Brasil é o país do futuro.
Caramba, meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

- Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...

O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.

Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami, nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
FAÇA A SUA PARTE (SE QUISER)
REPASSE !

Por Arnaldo Jabor
post Edynho Saez

O Menor Conto De Fadas Do Mundo

*MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO*

Era uma vez um rapaz que pediu a uma linda garota:
- Você quer casar comigo?

A mesma com grande desdém, olhou para o bom rapaz e respondeu:
- NÃO!

...E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, visitou muitos lugares, foi morar na Praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos e ninguém mandava nele.*
*A moça teve celulite, estrias, varizes, os peitos caíram, a bunda murchou e ela se f...*
FIM.
post Edynho Saez

sábado, novembro 15

Mujer Contra Mujer


José María Cano é um compositor espanhol, cantor e artista contemporâneo. Foi membro do grupo Mecano, juntamente com seu irmão Nacho Cano e Ana Torroja, vendendo milhões de cópias por toda Europa e países latinos.

Nada tienen de especial
Dos mujeres que se dan la mano
El matiz viene después
Cuando lo hacen por debajo del mantel
Luego a solas sin nada que perder
Tras las manos va el resto de la piel
Un amor por ocultar
Y aunque en cueros no hay donde esconderlo
Lo disfrazan de amistad
Cuando sale a pasear por la ciudad
Una opina que aquello no está bien
La otra opina que qué se le vá a hacer
Y lo que opinen los demás está de más

Quien detiene palomas al vuelo
Volando a ras del suelo
Mujer contra mujer

No estoy yo por la labor
De tirarles la primera piedra
Si equivoco la ocasión
Y las hallo labio a labio en el salón
Ni siquiera me atreveria a toser
Si no gusto ya sé no le hay que hacer
Que con mis piedras hacen ellas su pared

Quien detiene palomas al vuelo
Nolando a ras del suelo
Mujer contra mujer

José Maria Cano
post Edynho Saez

A Ilha Do Meu Fado


A nossa língua mãe nos brinda com incontáveis poemas e ainda com a musicalidade impecável. Uma mostra desta riqueza ímpar "A Ilha Do Meu Fado", numa interpretação maravilhosa de Simone e Dulce Pontes.

Esta ilha que há em mim
E que em ilha me transforma
Perdida num mar sem fim
Perdida dentro de mim
Tem da minha ilha a forma

Esta lava incandescente
Derramada no meu peito
Faz de mim um ser diferente
Tenho do mar a semente
Da saudade tenho o jeito

Trago no corpo a mornaça
Das brumas e nevoeiros
Há uma nuvem que ameaça
Desfazer-se em aguaceiros
Nestes meus olhos de garça

Neste bêco sem saída
Onde o meu coração mora
Oiço sons da despedida
Vejo sinais de partida
Mas teimo em não ir embora

Joao Mendonea / Zeca Medeiros
post Edynho Saez

Aula de Samba

(Capa do CD)
"O álbum é feito de ilustres participações como Chico Buarque, Simone, Lenine, Fernanda Abreu, Toni Garrido, D. Ivone Lara, Lecy Brandão, Paulinho Moska, Ana Carolina, Alcione, entre outros grandes nomes da música brasileira.

Por se tratar de um projeto com alto teor educativo – a intenção do projeto é levar até os estudantes músicas que falem de grandes personagens e fatos do Brasil, aliando história, cultura e arte - parte da tiragem será doada para as Secretarias Estaduais de Educação através da Biblioteca Nacional, o lançado em Fevereiro de 2008, pela gravadora Biscoito Fino. Projeto de Mart’nália que tem sangue azul na aristocracia do samba, a começar pelo próprio nome, uma fusão dos nomes do pai, o fabuloso Martinho da Vila, e da mãe, Anália, uma excelente cantora, que, infelizmente, não conseguiu deixar a voz registrada em gravações. Somando tudo isso a um maravilhoso talento de cantora e uma capacidade extraordinária de tomar boas iniciativas, ei-la convocando alguns dos melhores cantores brasileiros para provar que o samba-enredo não é apenas uma música que deve ser preservada. É muito mais do que isso: é um instrumento valioso para que conheçamos melhor o nosso próprio país. Não acreditem, por favor, nessas teses muito comuns nos meios acadêmicos de que o enredo exaltando o Brasil e seus homens de destaque é produto de uma obrigação imposta pelo Estado Novo. Tais teses são frutos da ignorância dessa gente que nem conhece a história das escolas de samba e, provavelmente, nem do Estado Novo, pois a obrigação de abordar o Brasil no enredo partiu dos próprios sambistas, quando, em 1934, criaram a União das Escolas de Samba e introduziram tal dispositivo em seus estatutos (como se sabe, o Estado Novo foi implantado somente três anos depois, em novembro de 1937). Foi a maneira que os sambistas encontraram para diferenciar as escolas de samba dos ranchos, que abordavam a lua, as estrelas, o perfume das flores etc. em seus enredos. O fato é que, com a consolidação do samba-enredo, a partir da segunda metade da década de 1940, a música popular brasileira foi enriquecida com este gênero que nos deu as obras-primas reunidas neste CD. Aqui estão esplêndidos sambas-enredos de várias escolas e que foram lançados de 1949 a 1976. É uma deliciosa aula de samba e de História do Brasil e, ao mesmo tempo, uma advertência: por que não foi selecionado nenhum samba atual?"
post Edynho Saez

sexta-feira, novembro 14

Non, Je Ne Regrette Rien

Non! Rien de rien,Non!
Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!
Non! Rien de rien,Non!
Je ne regrette rien.
C'est payé, balayé, oublié,
Je me fous du passé.
Avec me souvenirs,
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux.
Balayés les amours,
Avec leurs trémolos,
Balayés pour toujours,
Je repars à zéro. Non! Rien de rien,Non!
Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!
Non! Rien de rien,Non!
Je ne regrette rien.
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!

Non, Je Ne Regrette Rien
Michel Vaucaire / Charles Dumont
Tradução:

Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!
Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado!
Com minhas lembranças
Acendi o fogo
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!
Varridos os amores
E todos os seus "tremolos"
Varridos para sempre
Recomeço do zero.
Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!
Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!

post Edynho Saez

Clarice Lispector


Adoro Clarice Lispector, este texto em especial, leia de cima para baixo e depois de baixo para cima! Muito inteligente e sinceros!

"Não te amo mais,
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Gosto muito de você!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
E tarde demais..."

Clarice Lispector
post Edynho Saez